Intuir, intuir, intuir
Sentir, pressentir, acreditar
ou não
Essa louca deixa a cabeça segura.
Mas ás vezes segura demais trazendo no outro braço a senhora incerteza.
Ficamos no meio da linha, bambeando de lá pra cá
traindo o próprio sentido
agonizando as sinapses
revirando dúvidas, certezas absolutas
que para o nada nos levam.
Então, qual é a regra?
Se a cada hora tudo se revolta e prova o que antes não se provava.
Saber que nada sabemos de nada?
Acordar a cada santo dia confiando nessa doida intuitiva?
Me perco a toda hora.
Tem pedaço de caminho que encanta
outro que queremos desviar de nossa atenção com a velocidade da luz.
Confiar ou não confiar nessa menina intuição?
Eis a questão!
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
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