O instante momento do abrir de olhos quando mais de meio mundo já repete todo dia a rotina da vida.
O olhar inexperiente, puro, faminto por tudo novo e de novo, quem sabe.
E então, com o bater do tempo, sua história vai se desenhando, construída na base de exemplos de outras Vidas. Aquelas mais maduras. Mas o martelo continua batendo. E um dia qualquer, você também experimenta o gosto dos momentos adultos. Suas delícias e suas dores! Conquista, desgasta, realiza, amarga, sonha e esquece. Esquece a purreza do primeiro piscar, da força do choro inaugural. Esquece de idetificar as felicidades dos mais simples acontecimentos. Esquece de brincar. E mais um dia qualquer acontece novamente. E dentro desse qualquer, um inesperado acontece: você precisa voltar. Sentindo entāo a realidade confusa do fato, se lembra de quando era uma criança e fecha os olhos. Para sempre! E o pedaço de mundo que aqui ficou chora. Tentando entender o mistério. E o milagre! Somos meninos quando acordamos. Somos meninos quando dormimos. E cada qual com sua hora. Em seu lugar. No presente momento de simplesmente estar. Vivo!
quinta-feira, 20 de junho de 2013
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