
De um buraco quadrado na parede do quarto sente-se a brisa. O cheiro de água de céu. Cai. Caem gotas nas folhas de uma árvore de raíz lá embaixo e fim na janela de um quarto andar. Parece que a árvore só pertence a quem nesse quarto está. No fundo, sabe que é para todos. E pede em seu íntimo que ninguém, nunca, se sinta no direito de apagar do cenário a árvore do quarto andar.

Mimha árvore do quarto andar de quando eu era pequenininha, foi cortada, um dia. Eu morava na 210 e chorei feito criança. A arvore era minha e ninguem me consultou....
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